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Notícias

ato 2020

Porque somos fortes e vingativos como o jabuti

Em dezembro completam-se nove meses de pandemia decretada no Brasil. Uma gestação. De lá para cá muito e nada se passou. Estranhamente chegamos ao fim do ano, ainda em suspensão, com uma sensação temporal outra, como se estivéssemos com os pés um pouco fora do chão. O mundo parou de um modo até então inimaginável e transformou radicalmente uma certa vida. O que temos pela frente é século novo, outros tempos, sendo construídos entre telas, sob máscaras, com hora marcada e pouco espaço para o inusitado do andar no dia a dia. 

A arte foi conclamada a entreter as pessoas em isolamento mas foi também deixada de lado das conversas sérias, das decisões ministeriais, dos assuntos empresariais, das reflexões importantes impressas nos ilustre jornais. Ou melhor dizendo, no nosso caso específico, foi bravamente atacada e como toda a área cultural, sofreu um desmonte institucional jamais visto, na calada do dia…. Fomos solapados em nome de desvarios de toda sorte.

Aconteceu assim, ainda que alguns não tenham percebido ou feito pouco caso. Fato é que o fantasma da geração perdida volta a nos atormentar, visto tudo o que temos a reconstruir pela frente. Carece de coragem.

Nesse contexto, a arte aponta caminhos, cria possíveis, nos conecta uns aos outros, toca no essencial. Nada de novo nisso e, portanto, seguimos. Como possível, dentro de nossos limites e com a convicção de sempre. Nesse sentido, nada mudou.

Realizamos esse ato do Brasil Cena Aberta para pontuar as questões nas quais estamos envolvidos e aprofundar as reflexões; para concluir um ciclo importante de trocas com parceiros internacionais sobre a produção brasileira; para ampliar a participação de profissionais; para levar ao público uma mostra de espetáculos com a oportunidade de trocarem com os artistas. Não é uma edição do festival/encontro profissional, mas uma ação fruto de uma rede que vem se consolidando rapidamente. De uma parte, graças à grande adesão dos artistas, com mais de quatrocentos projetos inscritos na chamada aberta para apresentação de espetáculos no que seria a segunda edição do Brasil Cena Aberta; do engajamento de vinte e nove programadores internacionais que não hesitaram em colaborar com nosso experimento – a lista com seus nomes e indicação de onde vêm segue abaixo e deixamos aqui nosso especial agradecimento a cada um; e do empenho de nossos parceiros que se dedicaram a fazer a pré-seleção dos espetáculos – os produtores e curadores João Carlos Couto e Celso Curi e os representantes da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, Sônia Sobral e Julio Doria. 

A programação conta com sessões de transmissão de espetáculos gravados, integradas a conversas ao vivo dos artistas com o público. Cada um escolhe quanto pode pagar e a totalidade da renda será revertida aos respectivos artistas. O espetáculo Dilúvio, da coreógrafa Joana Ferraz,  teve sua temporada interrompida pela pandemia e terá uma sessão de streaming ao vivo, transmitida pelo nosso canal do Youtube. Teremos ainda a estreia de Ôma, um ex-petáculo, uma criação da companhia ultraVioleta_s, desenvolvida durante a quarentena, em formato de vídeo game, que segue em temporada até o dia 7 de dezembro. Esperamos encontrá-los virtualmente nas salas de difusão, para rever ou conhecer os trabalhos de Beatriz Sano e Eduardo Fukushima, Jessé Batista, Alexandre Dal Farra, Focus Cia de Dança, Companhia de Teatro Heliópolis, Renata Carvalho, Zanzibar Vicentino, Grupo Tês Em Cena, Coletivo Calcâneos, Grupo Galpão, Cia Livre de Teatro, Loretta Pelosi, Nalini Cia de Dança, Girino e Cristina Moura.

As mediações das conversas com o público ficarão sob a batuta de alunos da Escola Livre de Teatro de Santo André, no caso do teatro e do Instituto de Artes da Unicamp, no caso da dança. Essa parceria com duas importantes instituições de ensino das artes reforça nosso compromisso com a renovação do pensamento e a inserção dos mais jovens na programação.

As atividades de reflexão incluem um ciclo de encontros sobre técnica e tecnologia nas criações cênicas, com a participação de convidados de diferentes lugares. Vale ressaltar que esse ato 2020 marca a inserção definitiva dos técnicos na nossa programação, abrindo um importante espaço de interação, capacitação e pensamento dos profissionais dos bastidores e dá sequência a uma série de ações voltadas aos técnicos que foram desenvolvidas no decorrer do ano.

Teremos três mesas com temas atuais e abrangentes: protocolos, advocacy e acessibilidade. A primeira, “Protocolos para Novos Tempos”, apresenta cases relacionados aos protocolos impostos pela pandemia para receber o público presencialmente. De intervenções arquitetônicas nos teatros, como a colmeia instalada para a plateia na Künstlerhaus Mousonturm, em Frankfurt a propostas artísticas que exploram espaços inauditos, como no caso do espetáculo Protocolo Volpone (Brasil) e da performance sinfônica Tjernet (Noruega), a investidas em espaços intermediários para colocar as crianças para jogar em casa, como o Playground para todos (Brasil/EUA), não faltam exemplos para nos inspirar e pensar sobre alternativas aos tempos atuais. A mediação ficará a cargo da diretora do Festival Internacional de Teatro Santiago a Mil (Chile), Carmen Romero, que está nesse momento se desdobrando para realizar seu festival presencialmente em janeiro de 2021.

Não poderíamos deixar de ressaltar que vivemos um grande momento em junho deste ano, com a aprovação da lei emergencial de auxílio à cultura, a Lei Aldir Blanc, que liberou  3 bilhões de reais do Fundo Nacional de Cultura para minimizar os impactos da pandemia no setor. Essa experiência, fruto de uma inédita mobilização de profissionais do norte ao sul do país, mostra a importância e o potencial de ações bem articuladas para a promoção de nossas causas e chama a atenção para o advocacy, ferramenta pouco usada na área cultural no Brasil, mas bastante difundida em outros setores e países. Para falar sobre esse assunto, organizamos a mesa “Advocacy para as Artes”, com mediação da especialista em gestão pública, Claudia Toni recebendo convidadas do Brasil  para compartilhar suas experiências bem sucedidas de advocacy, como no caso da Coalizão Negra por Direitos, e membros do Americans for the Arts contando sobre a ação fundamental do advocacy no campo das artes nos Estados Unidos. 

A artista, produtora e consultora em acessibilidade criativa, Paula Souza Lopez, organiza a mesa “Mediação, Acessibilidades e trânsitos digitais das artes da cena”, trazendo a experiência de profissionais que estão hoje na ponta do pensamento e das realizações artísticas com acessibilidade  e artistas com deficiência que vão falar sobre sua criação e a relação com as novas plateias digitais.

Finalmente, a sessão do Brasil Cena Aberta destinada aos profissionais das artes cênicas conta com um programa diário de encontros entre os artistas selecionados e programadores internacionais para conversas sobre criação e seus processos. Teremos uma sessão de apresentação de novos projetos de cinco artistas inquietos e inventivos, com a apresentação do diretor do The Momentary (EUA), Lieven Bertels,  e dois workshops bastante especiais direcionados aos técnicos, ministrados por Gonzalo Soldi (Peru/Canadá) e Iara Souza (Brasil) . Para promover a interação entre os participantes e facilitar o acesso aos eventos, criamos uma área restrita no site, com  diretório dos inscritos e os links de acesso a todas as atividades.

Nestes três dias organizamos a segunda edição da feira de livros Página Aberta, desta vez em versão online, em parceria com as editoras N-1, Cobogó, Edições Sesc e a livraria Blooks. Durante os dias do Ato 2020 todos os livros estarão com descontos especiais  e apresentaremos uma programação de lançamento de livros e conversas com autores, sempre no nosso canal do Youtube, às 16h e 21h.

Estaremos presencialmente em São Paulo, no teatro Cacilda Becker, onde será montado um estúdio de streaming para difusão da programação completa deste ato. Sem público presencial, com todas as medidas de segurança para os que estarão trabalhando presencialmente e na torcida para que tudo funcione conforme o planejado! 

Durante os dias de montagem e da realização do evento as diretoras Inês Cardoso e Beatriz Sayad estarão entrevistando e registrando cenas com mais de vinte técnicos de teatro para o documentário Tekhnikós, a ser lançado no início de 2021, em parceria com o Sesc.

Sejam muito bem vindos, participem! Será um prazer tê-los conosco nestes três dias. Comprem seus ingressos e colaborem com os artistas. Inscrevam-se no espaço profissional e colaborem com o Brasil Cena Aberta! Sigam-nos nas redes sociais e no nosso site para acompanhar as novidades e atualizações da programação.

Andrea Caruso Saturnino

Equipe

Direção Geral Andrea Caruso Saturnino
Direção de Projetos e Comunicação Ricardo Muniz Fernandes
Direção Técnica André Boll
Coordenação de Projetos e Cooperação Internacional Aline Olmos e Lara Bordin
Produção Executiva Mariana Mastrocola e Lara Bordin
Coordenação de Streaming Rodrigo Gava
Assistentes de direção técnica Luana Gouveia e Cauê Gouveia 
Montagem e assistência de iluminação João Carlos de Jesus Almeida e Emílio Melo de Souza
Técnico de palco Rafael Alcântara
Equipe de streaming Alexandre Pereira de Oliveira, André Chagas dos Santos, Diego Everson Kuhnen, Luiz Pereira de Oliveira Júnior,Tulio Vagner da Silva e Weslhem Barbosa da Costa
Tradução Simultânea Laura Mortara | Sincronia
Intérpretes de Libras Lívia Vilas Boas e Naiane Olah
Web Design Julio Dui | Mono
Programação do Site Vitor Marinho dos Santos
Design Gráfico Gabriela Fernandes
Assessoria de Imprensa Pombo Correio
Redes Sociais Gabriel Godoy
Assessoria Contábil Service Keep
Assessoria Jurídica Talita Young
Curadoria Geral Compartilhada Andrea Caruso Saturnino, Ricardo Fernandes, André Boll, Aline Olmos e Lara Bordin
Pré-seleção dos Espetáculos Lara Bordin, Ricardo Fernandes, Aline Olmos + os parceiros Celso Curi e João Carlos Couto e os representantes da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, Sônia Sobral e Julio Doria.

Seleção internacional dos espetáculos

Dança

Coordenadora do departamento de dança do Theater Freiburg, na Alemanha.
Formada pela Escola Municipal de Bailados de São Paulo e pela Royal Academy of Dance London como dançarina solista, psicóloga pela Faculdade Metropolitanas Unidas (FMU) de São Paulo, Doutora e Pós-doutora pela Universidade Estadual de Campinas-SP (Unicamp). É coordenadora do departamento de dança do Theater Freiburg (Alemanha) e curadora de dança, dançarina, cientista da dança, produtora cultural e curadora. Adriana é nascida em Minas Gerais, cidadã alemã e brasileira.
Na Alemanha, atuou como dançarina solo no Bremen Theatre e no Volksbühne, Berlim no conjunto de Johann Kresnik e trabalhou como atriz, coreógrafa e professora de movimento em várias produções de diretores como? Frank Castorf, Christoph Marthaler, Christoph Schlingensief, Nicolas Stemann, Stefan Otteni, Christina Paulhofer, Klaus Emmerich e Martin Wuttke, no Berliner Ensemble e no Lower Saxony State Theatre em Hannover.
Como professora do Body-Mind Centering® (BMC) e educadora do movimento de desenvolvimento infantil (IDME), Fundou e é diretora educacional do programa de treinamento credenciado oficial do BMC no Brasil desde 2009 e no Uruguai desde 2015. Ela também é Master Trainer em Gyrotonic®, Gyrokinesis®, Ladder® 1 & 2 e Jumping Slidding Board®, bem como em Anatomy Trains Corporal de Thomas Meyer e Terapeuta Craniossacral.

Diretor da One Foundation for Culture and Arts, na Bulgária, desde 2008.
Neste período produziu 12 edições do festival internacional de dança contemporânea ONE DANCE WEEK; 9 edições do festival internacional de arquitetura ONE ARCHITECTURE WEEK; 8 edições do festival internacional de design e artes visuais ONE DESIGN WEEK e SPOTLIGHT: USA – Uma plataforma de dança contemporânea americana em Plovdiv; 2 edições do festival internacional de artes contemporâneas Sofia Contemporary e 2 edições do festival internacional de música – Mellow Music Festival. Além disso, um ponto importante de sua experiência é o Dance Connected – um projeto para aumentar a capacidade criativa e a diversidade do cenário da dança contemporânea na Bulgária. A ONE Foundation implementou o projeto com o apoio financeiro da Confederação Suíça e seu “Fundo de Parceria e Especialistas” (TF PEF).
Os principais interesses de Assen estão no campo das artes cênicas contemporâneas – dança, circo, teatro, artes visuais e instalação, intervenções no ambiente urbano, colaborações multidisciplinares e novas artes midiáticas.

Diretor da Internationale Tanzmesse NRW, na Alemanha.
Foi fundador e diretor do Festival Tanztheater International em Hannover e fundador do Theaterbüro Hannover, de 1986 a 2000. Foi diretor artístico do Internationales Sommertheater Festival Hamburg, de 1996 a 2000 curador internacional do Carlton Dance Festival Rio de Janeiro e São Paulo. Na época o maior festival de dança da América do Sul. De 2000 a 2002, secretário-geral do Festival de Aarhus na Dinamarca.
De 2003 a 2008, Dieter Jaenicke foi Diretor Geral do Fórum Mundial da Cultura São Paulo e Rio de Janeiro Brasil. Em 2004, tornou-se consultor sênior do World Culture Open New York.
De 2009 a 2018, Dieter Jaenicke foi Diretor Artístico do HELLERAU – Centro Europeu de Artes de Dresden e fez do HELLERAU um dos principais centros de dança da Europa. De 2012 a 2016, foi curador do Festival Boticário de Dança do Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. Desde 2017, Dieter Jaenicke é diretor da Internationale Tanzmesse NRW Düsseldorf.
Dieter Jaenicke foi responsável por muitos projetos interculturais e de intercâmbio, entre outros com Brasil, China, Israel, vários países da África, mundo árabe e Magrebe, América Latina, Coréia, Portugal, Quebec.
Além de suas principais ocupações, Dieter Jaenicke foi convocado para inúmeras curadorias e trabalhos de consultoria, entre eles para a ONU e o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e, mais recentemente, em 2019, para ser curador do Festival Dance in Vancouver. Ele mantém atividades em diversos países como Bolívia, Brasil, Dinamarca, Alemanha, Filipinas, Espanha, EUA, Venezuela.

Diretor Artístico do Festival Internacional de Artes de Bayimba, em Uganda.
É fundador da Fundação Cultural Bayimba (Baymba Cultural Foundation) e Diretor Artístico do Festival Internacional de Artes de Bayimba que acontece anualmente (12 edições), bem como do DOADOA – East Africa Performing Arts Market (Mercado das Artes Performáticas da África Orienta) (7 edições).
Curador do Amakula International Film Festival (12 edições) e co-curador do Kampala International Theatre Festival (5 edições).
Como Diretor fundador, junto com uma equipe habilidosa, ele trabalhou duro para transformar a cena artística em Uganda de um estado bastante estático para seu nível atual de vibração.
Durante os últimos anos, sob sua orientação, Bayimba treinou, apoiou e criou várias plataformas para celebrar as artes em Uganda. Como tal, Bayimba tornou-se um grande nome entre artistas e profissionais, não apenas em Uganda, mas também na região da África Oriental e em outros cantos do mundo.

Diretora do Lithuanian Dance Information Center, New Baltic Dance Festival, Culture Platform e Festival ConTempo, na Lituânia.
Atua no campo da gestão cultural há 12 anos. Suas principais atividades são: desenvolvimento contemporâneo de dança e circo, iniciação e gerenciamento de projetos, atividades internacionais relacionadas à apresentação de produtos lituanos no exterior e apresentação de produção internacional na Lituânia, gerenciamento de produções de dança contemporânea e desenvolvimento profissional de jovens artistas de palco.
Desde 2017, é diretora das seguintes instituições públicas Lithuanian Dance Information Center (Centro de Informações sobre Dança da Lituânia) e o Festival “New Baltic Dance”, “Culture Platform” e o Festival “ConTempo” (desde 2019).

Diretor de Programação do Sziget Festival, na Hungria.
Desde 2014 está a frente da direção de programação do Sziget Festival, que é um dos maiores festivais de música da Europa, recebendo aproximadamente 500.000 visitantes todos os anos. Além da música, o festival tem grande ênfase na execução de programas de arte e performance sob a direção de József, sendo de seu interesse espetáculos de dança contemporânea, circo e teatro de rua.
Apesar da formação em Engenharia Florestal, József trabalha no campo da organização de eventos culturais durante toda a sua carreira profissional. Graças ao trabalho dos últimos 25 anos, sua rede é extremamente difundida internacionalmente. Entre 1999 e 2009, ele foi o diretor de programação do Festival Sziget.
Em 2009 e 2010, foi Diretor de Programação do projeto Capital Europeia da Cultura Pécs 2010. Quando a Hungria assumiu a Presidência da UE em 2011, József Kardos participou da organização de eventos culturais conjuntos. Nesse contexto, ele foi o iniciador e organizador da apresentação do Tanztheater Wuppertal – Pina Bausch na Hungria. Como curador, estava envolvido na organização das Estações Culturais Húngaras na França, Itália e Holanda.
Em 2013 e 2014, foi Gerente Cultural do Museu Ludwig – Museu de Artes Contemporâneas. József é muito sensível e ativo na luta por direitos humanos, direitos das minorias e é contra o racismo, a xenofobia e a homofobia.

Diretor Artístico da Bienal Internacional de Dança de Cali, na Colômbia.
Comunicador Social – Jornalista com especialização em Desenvolvimento Cultural e Projetos Internacionais pela Universidade de Lyon (França), está vinculado ao setor cultural da cidade de Cali (Colômbia) como consultor da Secretaria Municipal de Cultura e foi diretor cultural da Alliance Française de Cali (2001 e 2011). Também trabalhou entre 2011 e 2018 com o Ministério da Cultura como consultor do Gabinete do Ministro, em questões de empreendedorismo, circulação internacional e artes cênicas. Foi co-diretor do MICSUR – Mercado de Indústrias Culturais do Sul – em sua edição de 2016, realizada na cidade de Bogotá, e também coordenador da Plataforma PALCO – Plataforma de Artes Cênicas da Colômbia – desde a sua criação em 2016 e desde 2012 ele é nomeado diretor artístico da Bienal Internacional de Dança de Cali, cargo que ocupa atualmente planejando o programa para a 5ª edição, que ocorrerá em novembro de 2021.

Diretora de Assuntos Culturais da Alliance Française de Lima e fundadora e diretora do Festival Internacional Indisciplinado, no Peru.
Coreógrafa, pesquisadora e gerente de projetos, Mestre em gestão cultural e professora da especialidade de dança e Mestre em artes cênicas pela PUCP e membro do grupo de pesquisa ARTEA.
Atualmente é Diretora de Assuntos Culturais da Alliance Française de Lima. É fundadora e diretora do Festival Internacional INDISCIPLINADO, desde 2015.
Foi Diretora de Promoção e Desenvolvimento Cultural do Museu da Nação (1993 – 1995) e do Centro de Artes Cênicas do Município de Lima (1997 – 2003).
Seus trabalhos mais recentes incluem “Q’Ucchú”, “Soplo”, “Estudos de forma e cor”, “Exercícios negros”, “Seu corpo / mina”, “Benedictas”, “Jardins” e “Paraíso”, e foram produzidos pelo Centro Cultural da Universidad del Pacífico, a CCE de Lima, o Museu Reina Sofia em Madri, La Caldera em Barcelona, entre outros.
Foi vencedora de vários prêmios e merece apoio, como da Fundação Prince Claus, Iberescena, CCE de Lima e do Concurso de estímulo à produção do Ministério da Cultura de 2018 para produção em artes cênicas, com o projeto Q’Ucchú.
É formada bailarina e coreógrafa pela Merce Cunningham School, de Nova York (1981-1984), e com Alvin Nikolais.
Viveu e trabalhou em Lima, Roma, México e na França.
Seus trabalhos foram apresentados em museus, teatros e festivais internacionais como Linz Ars Electrónica; Festival Leste-Oeste, Rovereto; Galería Nazionale d’Arte Moderna, Roma; Palazzo delle Esposizioni, Roma; Festival de Chateauvallon, França; Centro Nacional de Artes, México; Workshop de Teatro de Dança, Nova York; o Museu Reina Sofia em Madri, Festival Panorama do Rio de Janeiro, Maison de l’Amérique Latine, Paris; MAC-LIMA, MUCEN, entre outros.

Diretor Artístico Fundador da T:> Works and the Artspace 72-13, em Singapura.
Além de criar produções de renome, Ong fundou a Arts Network Asia, uma organização de micro-bolsas, e a Curators Academy Internacional focada na sinergia entre contextos e curadoria. Ele inaugurou recentemente um programa anual de palestras digitalizadas para a Curators Academy, onde conduziu 4 palestras, clínicas e consultas sobre a série “Curating Nada” que atraiu 2.200 participantes de todo o mundo.
Seu trabalho seminal foi a residência artística nômade, The Flying Circus Project, viajando com artistas internacionais pela Ásia, compartilhando seus contextos entre eles e os jovens nos locais.
Ong foi o Diretor do Festival Founding do novo Festival Internacional de Artes de Cingapura (SIFA). Ele dirigiu quatro edições da SIFA de 2014 a 2017. Foi bolsista da Fulbright e recebeu o prestigioso Prêmio de Arte e Cultura Asiática de Fukuoka em 2010 por suas criações em performance contemporânea asiática. Possui um Ph.D. em Estudos da Performance pela Tisch School of the Arts, New York University.

Fundadora e diretora artística do estúdio de dança Donko Senko e do Festival Dense Bamako Dance, no Mali e diretora artística do Festival Port-au-Prince Art Performance (PAPAP), no Haiti.
É dançarina, coreógrafa e atriz haitiana, nascida em Porto Príncipe.
Sua primeira peça coreografada, Nanlakou, estreou em 1995. Tichèlbe (2002) ganhou os prêmios Rencontres chorégraphiques d’Afrique et d’océan Indien e RFI Danse.
Ela é a fundadora e diretora artística do estúdio de dança Donko Senko, do Festival Dense Bamako Danse, ambos no Mali, e também do festival Port-au-Prince Art Performance (PAPAP) no Haiti.
Noël também foi conhecida por sua atuação no papel de Zabou no filme de 2014 de Abderrahmane Sissako, Timbuktu.

Curadora e diretora do Festival Internacional de Dança Contemporânea do Uruguai (FIDCU), no Uruguai.
É artista criadora de dança contemporânea nascida e residente em Montevideo, Uruguai. Suas obras são apresentadas no Uruguai e em festivais da região. É curadora e diretora do Festival Internacional de Dança Contemporânea do Uruguai FIDCU. É docente, coordenadora da licenciatura em dança contemporânea no Instituto Nacional de Bellas Artes, UdelaR.

Gerente Executiva e Programadora artística do Festival de Artes Contemporâneas do D-CAF, no Egito.
É gerente executiva e programadora artística do Festival de Artes Contemporâneas do D-CAF, o maior festival internacional de artes multidisciplinares do Egito que ocorre no centro do Cairo, apresentando teatro, dança, música, cinema e artes de novas mídia. O D-CAF também organiza a mostra bienal Arab Arts Focus (AAF) onde delegações internacionais comparecem a um denso programa que apresenta as últimas performances contemporâneas de artistas árabes.
Reem foi selecionada em 2018 para ser jurada do maior festival de teatro de Zurique Spektakel da Suíça, como parte do conselho internacional do júri que selecionou os prêmios do ZKB e, em 2017, para integrar o conselho de jurados do Festival de Teatro Boska Komedia, na Polônia. Nos últimos anos, Reem trabalhou em vários festivais internacionais, incluindo o Shubbak Festival de Londres, o Just Festival de Edimburgo e o Festival Fringe de Edimburgo – Arab Arts Focus Showcase.
Em 2018, liderou e administrou o primeiro festival internacional de música clássica no Palácio Manial do Cairo. Além disso, em 2019, participou do Festival de Cannes como delegada credenciada, enquanto trabalhava como produtora do curta-metragem “In Memory Of”, o único filme africano e árabe selecionado no AVIFF Cannes naquele ano. Desde o início de 2020, está no comitê de planejamento do ISPA New York Congress 2021, a mais importante rede internacional de artes cênicas do mundo.
Em 2016, Reem Allam recebeu um prêmio de mestrado em artes, festivais e gestão cultural do Reino Unido pela Queen Margaret University, em Edimburgo, Escócia. Além disso, recebeu o Prêmio Finalista de Impacto Social 2018 do UK Alumni Awards do British Council, o 2015 Santander Scholarship Award 2015/2016, a Academic Achievement Cup para o GPA mais alto em seu bacharelado na American University no Cairo e o Beta Prêmio Gamma Sigma Honor Society Membership.

Presidente da Associação de Artes de Rua da Coreia (Korea Street Arts Association) (2019-2020), diretora artística do Ulsan Promenade Festival (2019-2020).
Estudou Gestão de Artes na Universidade Nacional de Artes da Coreia e trabalhou para o Seoul Street Arts Festival de 2010-2018 como produtora / programadora. Como produtora independente trabalha com companhias coreanas de artes de rua / dança como Creative Dandi, Libre Joven e Project WAE. Também ministra palestras sobre gestão de festivais na Universidade Nacional de Artes da Coreia.

Fundadora e diretora artística do Festival de Dança e Teatro Não-Verbal de San Vincenti, na Croácia.
O Festival de Dança e Teatro Não-Verbal de San Vincenti, fundado em 2000, é o único festival de dança contemporânea de verão na Croácia, que se tornou um Centro de Dança do Mediterrâneo e, portanto, descentraliza a dança na Croácia.

Há mais de trinta anos trabalha como assistente de movimento em produções artísticas e no cinema, e como coreógrafa em produções de ópera do Croatian National Theater. Colabora com eminentes diretores de teatro e cinema na Croácia e no exterior.
Ao mesmo tempo trabalha nas iniciativas de co-produção internacional e repertório do ZPA – Companhia de Dança de Zagreb. Quando diretora artística da ZPA, atuou na internacionalização do cenário da dança na Croácia e realizando turnês na Espanha, Itália, Portugal, Hungria, Bósnia e Herzegovina, Rússia, Lituânia, Egito, México, França, Bélgica, Coréia e Israel.
Desde 2014 é diretora artística do ZKM – Zagreb Youth Theatre (Teatro Jovem de Zagreb, Croácia) que é um teatro moderno e prestigiado que está lado a lado com as recentes tendências das artes cênicas européias, também reconhecido e respeitado fora das fronteiras croatas.
De 2006 a 2011 foi presidente da Associação Croata de Artistas de Dança. De 2007 a 2018 foi membro da comissão de seleção do programa de dança do Festival Internacional da Criança em Šibenik.
Formada pela Escola Ana Maletić de Ballet e Rítmico em Zagreb (1980), e posteriormente na Faculdade de Ciências.

Teatro

É bacharel em coreografia, mas ao invés de criar arte mergulhou na criação de condições para a evolução da cena da dança contemporânea na Estônia na equipe de Priit Raud (2001). Testemunhou a organização sem fins lucrativos Kanuti Gildi SAAL, que promove a dança contemporânea, tornar-se um espaço independente. Nesta instituição apresentou programas como curadora, organizou residências artísticas, co-produziu artistas locais e internacionais, organizou uma variedade de festivais e outros eventos temáticos. Tudo isso em constante transição junto com o desenvolvimento natural das formas de arte que se fundem, atualmente lidando com as artes performativas em geral, trabalhando com artistas experimentais e inovadores. Desde 2017 foi desafiada com o papel de curadora do festival SAAL Biennaal (ex-agosto Dance Festival, est. 1996). Atualmente estuda práticas curatoriais na Academia de Artes da Estônia, Instituto de História da Arte e Cultura Visual. É encantada e inspirada por artistas e com uma curiosidade incansável.

Cecilia, de Buenos Aires, atua como produtora criativa e gestora cultural. Participou de projetos em diversas partes do mundo, incluindo Argentina, Chile, Cuba, Bélgica, Brasil, Alemanha, Itália, Rússia, Estados Unidos e Reino Unido. É Produtora Executiva do Festival de Artes Latino-Americanas da CASA London, co-curadora do Festival PROXIMAMENTE (teatro KVS, Bruxelas) e gerente internacional de artistas. Suas funções anteriores incluíram curadoria de teatro para Exposição do Sul: Artes Cênicas da América Latina (SEPALA), treinadora de ¨Powertalks III¨no Teatro Het (Ghent), Produtora Executiva de FAENA ARTS, Diretora de Programação Cultural do Ministério de Gestão Cultural de Buenos Aires, Produção e Assistente artística do Fiba (Festival Internacional de Buenos Aires).

Curadora da Performance no Museu de Arte Ringling em Sarasota, Flórida. É profissional de artes, pesquisadora e artista de teatro multidisciplinar com formação em escrita criativa e prática contemporânea de performance. Tem mais de 20 anos de experiência como organizadora, apresentadora e educadora em artes, com ênfase em intercâmbio cultural internacional e artes climáticas. Trabalhou extensivamente em artes cênicas nos EUA, América Latina e Caribe e criou o Climakaze Miami com a FUNDarte em 2015. De 2005 a 2018, liderou o Programa Performing Américas da Rede Nacional de Performance e foi diretora artística da Série Cultura del Lobo no Miami Dade College de 2009 a 2011. Tem mestrado em Escrita Criativa pela Universidade de Miami e doutorado em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia, Brasil.

Emmanuelle Stevan é conselheira artística, especialista em produção cultural e comunicação. Desde o ano de 2010 é gerente de comunicação do Théâtre Saint Gervais, que funciona em um edifício de 9 andares no coração de Genebra, cidade onde talentos suíços e internacionais se mesclam. Um espaço dedicado à pesquisa, ensaios, instalações, performances e artes visuais. Artistas já consolidados e jovens talentos compõem a programação do teatro que conta com mais de 30 espetáculos ao longo do ano. A identidade artística do espaço é aberta para diferentes formas de teatro contemporâneo, sempre de viés ousado e inovador.

Federico Irazábal é Bacharel em Artes pela Universidade de Buenos Aires, é professor, pesquisador e crítico de teatro em diversas mídias. Como crítico publica seus artigos no jornal La Nación, é editor da revista Funámbulos e publicou os livros: Una introducción al teatro político en el marco de las teoría débiles (debilitadas) e Por una crítica deseante y Teatro Anaurático.
Como professor trabalhou na Pepperdine University (Málibu, EUA) e na Universidade Nacional de Buenos Aires. Foi Diretor Executivo do Conselho Provincial de Teatro Independente e Representante do Ministério da Cultura da Nação no Conselho de Administração do Instituto Nacional de Teatro. Atualmente é Diretor Artístico do Festival Internacional de Buenos Aires (Fiba).

Artista belga e curador de origem latino-americana. É um fundamentalista da arte, produto de novos contextos urbanos, caracterizados pela diversidade étnica, hibridação cultural e novas narrativas. Em seu trabalho investiga as possibilidades artísticas das cidades por meio de diferentes criações, redes e projetos. Alguns exemplos são a plataforma WIPCOOP, o Festival de Artes Mestiças e a exposição Mural. Criou o conceito de Dramaturgia Urbana que desenvolve a partir do Koninklijke Vlaamse Schouwburg (KVS) em Bruxelas, além disso, trabalha na direção artística do KVS e como dramaturgo de peças. Em 2019, juntamente com parceiros da Argentina, Chile, Brasil e Uruguai, lançou a plataforma PROXIMAMENTE para a divulgação internacional das artes performativas a partir de uma perspectiva latino-americana.

Diretor Artístico do Teatro Experimental do Porto, desde Janeiro 2013 e do FITEI – Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, desde Setembro de 2014. Frequentou o curso de Antropologia da Universidade Nova de Lisboa e é licenciado pela ESTC (Formação de Actores e Encenadores). É cooperante e ator do Teatro o Bando desde 1999 e foi membro do colectivo Primeiros Sintomas. Como ator, trabalhou também com a Útero – Associação Cultural, Companhia Olga Roriz, Cão Solteiro, Truta, Teatro da Terra e Artistas Unidos. No cinema trabalhou com Edgar Feldman, Raquel Freire, Tiago Guedes, José Filipe Costa e Edgar Medina. Lecionou na ESMAE e na ESTAL. Como encenador, colaborou com: Teatro o Bando, Comédias do Minho, Culturgest, Teatro da Terra, Teatroàparte, Primeiros Sintomas/Teatro Maria Matos, Alkantara, Movimenta-te e ZDB/Negócio. Em 2007 recebeu o Prémio da Crítica (APCT) pela encenação do espetáculo “Foder e ir às compras “, de Mark Ravenhill; e em 2012 recebeu uma Menção Especial da APCT pelo seu trabalho como encenador em 2011. Colabora regularmente com o TEP desde 2010.

Nascida em Atenas, trabalha no campo das artes cênicas como pesquisadora e crítica de teatro desde 2000. É diretora de dramaturgia do Onassis Stegi, um centro cultural internacionalmente aclamado, com sede em Atenas, Grécia, que abriga performances e atividades de todo o espectro das artes, do teatro, dança, música, cinema e artes visuais à palavra escrita, com ênfase na expressão cultural contemporânea.

Depois de estudar história das artes, ela começou a trabalhar em 1974 em Bruxelas, no Centro de Belas Artes, uma das principais instituições culturais federais da Bélgica. Em 1984, o Goethe Institüt Bruxelas a nomeou uma das curadoras do Festival Berlin/Brüssel. De 1985 a 2001, ela apresentou companhias de dança contemporânea de todo o mundo na Bélgica. Desde 2001 faz parte da equipe artística de Paul Dujardin, CEO e diretor artístico da BOZAR, onde é chefe do departamento de artes cênicas (teatro, dança e eventos cross-over). Participou em diferentes grupos principais: desenvolvedora de programas nas Organizações Européias de Concertos ECHO (2002-2003), membro da comissão de dança do Ministério da Cultura Flamengo (1999-2003), membro do júri em 2009 para os prêmios culturais do Ministério Flamengo. Membro da direção em Gante do teatro Arca (1980-2000) e desde 2001 do teatro municipal NTGent. Atualmente é nomeada pelo Ministro da Cultura Flamengo como membro da comissão de dança (2015-2020) e da comissão de teatro (2015-2020).

Kristina Savickienė é produtora e gerente de teatro na Lituânia. É graduada pela Vilnius University (BA em Filologia Inglesa) e pela Vilnius Academy of Fine Arts (MA em Gestão da Cultura). Foi professora de gestão artística na Academia Lituana de Música e Teatro e na Academia de Belas Artes de Vilnius durante os anos de 2013-2015. Paralelamente, foi Gerente de Teatro no Grupo Cezaris Companhia de Teatro, aliando gestão e visão artística.
Desde 2017 é Chefe do Departamento de Arte do prestigioso teatro lituano National Drama Theatre, cuidando não só do planejamento artístico, mas também dos programas educacionais e da cooperação internacional. Um ano depois, foi escolhida como nova diretora artística do Festival Internacional de Teatro Sirenos de Vilnius, com o qual mantém uma relação profissional desde 2012.

Nascida em Teerã, Maryam Karroubi mora em Paris desde 1995, onde se formou na Universidade Sorbonne Nouvelle e trabalhou com diferentes instituições, como: Festival d’Automne (1999), Tehran Dramatic Arts Centre (2014-2017) e Théâtre de la Ville (Paris) de 2000 a 2020, no início como funcionária e desde 2011, alternativamente como funcionária ou como colaborador em diferentes projetos.
Ela trabalhou com a MAU, companhia de dança de Lemi Ponifasio, entre 2010 e 2013, primeiro como Administradora Internacional e depois como Produtora Geral da companhia. Durante esses anos eles fizeram turnês por vários países da Europa, Ásia, América e Oceania.
Desde o final de 2013 decidiu trabalhar como produtora independente e consultora artística com a sua empresa, Artistan. Foi convidada a voltar ao Irã e colaborar com o Dramatic Arts Centre e outros festivais no país. Nos últimos meses tem trabalhado ativamente na criação de uma rede internacional para compartilhar projetos artísticos de forma mais eficiente.

Mikhail Bychkov é russo, diretor de teatro, fundador e diretor artístico do Teatro de Câmara de Voronezh e fundador e diretor artístico do Festival Internacional de Artes Platonov. Tendo encenado mais de 100 performances de teatro e ópera em várias cidades da Rússia sua carreira é marcada pelo recebimento de prêmios como o Prêmio Internacional Konstantin Stanislavsky e Prêmio do Governo da Federação Russa em homenagem a Fedor Volkov. As performances de Bychkov foram premiadas pelo Prêmio de Teatro Nacional Russo “Máscara de Ouro”.

Mojca Jug nasceu em Ptuj, Eslovênia. Em junho de 1998 começou a trabalhar na Bunker como coordenadora e administradora da primeira edição do Festival Internacional de artes cênicas contemporâneas Mladi Levi e segue na mesma instituição atuando como:
– Coordenadora de programação artística do espaço Stara Elektrarna;
– Co-curadoria e produção do festival Mladi Levi;
– Orientação de novos funcionários e voluntários
Também foi diretora executiva da produtora Fičo balet (2003-2005) e está produzindo um ciclo de concerto de piano contemporâneo de Milko Lazar, além de coordenar um programa de jazz no café Repete, Ljubljana. Além disso, seu trabalho como curadora vai além do Bunker, contribuindo para vários festivais e plataformas.

Philippe Bachman é músico, diretor artístico e produtor radicado em Paris.
Vencedor do Prêmio Villa Medicis Hors-les-Murs (França) e da bolsa Fulbright (EUA). Ele é compositor e já colaborou com artistas como o diretor canadense Robert Lepage e com a Companhia Circa (Australia). Em 2015, ele foi Presidente do Comitê Nacional para Novos Comissões de Música (Ministério da Cultura). Ele trabalhou para a UNESCO, Paris “Cité de la Musique ” e foi gerente geral da Orquestra Juvenil do Mediterrâneo de 1997 a 2001. Desde janeiro de 2019, ele está ministrando um seminário sobre Como Ser um Artista no Mundo: fatos e fantasias na SciencesPo Paris para os alunos dos programas Europa-América e África.

Desde 2004, ele é CEO e Diretor Artístico da La Comète – Scène nationale de Châlons-en-Champagne, um espaço nacional de artes cênicas (3 salas, 120 apresentações, incluindo uma temporada internacional de dança). Ele é membro fundador da Tour de Dance, uma rede informal que reúne locais de dança e programadores da França, Bélgica, Luxemburgo e Alemanha na qual compartilham projetos e turnês internacionais de dança. Em 2008, ele criou a 360 ° Network, reunindo 18 espaços, de onze países, que criaram uma programação circular de artes cênicas. Desde 2013, ele é o CEO e Diretor Artístico da War on Screen Festival Internacional de Cinema.

Sankar Venkateswaran é diretor de teatro indiano. Nascido em Calicut, Kerala, estudou direção na Escola de Drama e Belas Artes da Universidade de Calicut e se formou no Programa de Pesquisa e Treinamento em Teatro (atualmente Instituto de Teatro Intercultural) em Cingapura. Em 2007, fundou o Theatre Roots & Wings e dirigiu diversos trabalhos. Em 2013, ele recebeu a Bolsa Ibsen do Teatro Ibsen, Noruega, para o ‘Projeto Tribal Ibsen’, que promoveu seu trabalho com a comunidade de Attappadi, Kerala. Após esta criação ele construiu um teatro nessa região, chamado Teatro Sahyande, onde vive e trabalha com as comunidades locais. Seus trabalhos seguintes, Theriyama Nadanda Nera (2016), Udal Uravu (2017), Criminal Tribes Act (2017) e Indian Rope Trick (2020) refletem a mudança no contexto de seu trabalho.
Suas obras foram exibidas em vários locais e festivais, incluindo Zurich Theatre Spektakel, Spielart, Kyoto Experiment, Zoukak Sidewalks em Beirute e Theatre Commons Tokyo e paralelamente ao trabalho com a sua companhia dirigiu vários trabalhos externos, como The Seagull de Anton Chekhov (2011) para Ninasam em Heggodu, Índia, Urubhangam de Bhasa (2011) para a Universidade Shinshu no Japão, Tage der Dunkelheit (2016) e INDIKA (2017) para Munich Volkstheater na Alemanha, e, When We Dead Awaken (2018) para Intercultural Theatre Institute, Singapura.
Além disso, atuou como diretor artístico do Festival Internacional de Teatro ItFok de Kerala em 2015 e 2016. Durante seu mandato, o programa enfatizou os intercâmbios Sul-Sul para resistir às agendas eurocêntricas da prática cultural.

Agradecimentos
Erico Peretta, Guto Ruoco, Ricardo Frayha e Robyn Busch
Secretaria Municipal de Cultura: Hugo Possolo, Pedro Granato e Júlio Doria

Teatro Cacilda Becker: Patricia Roggero, Leonardo Miranda e Robson de Jesus Rodrigues

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