
Página Aberta | Feira de Livros
DIA 08 | Sábado | 11h às 18h
Device Installation | OPEN CALL AGAINST FASCISM | From 11h to 18h. BRING YOUR BOOKS, PROJECTS, PHOTOS, FANZINES AGAINST FASCISM.
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11h às 18h: Exposição: Coisas Pequenas | De Waldomiro Mugrelise | Curadoria de Lucas Kroeff + INFO
13h às 17h: PIQUENIQUE da Primeira dentição da n-1 edições
Intervenções pontuais das 13h às 17h: “ Palavras inscritas na cara”, de Ariane Vitale
Oficina coletiva das 13h às 17h: Poesia dos problemas concretos – Carimbos e Cartazes | Com: Coletivo Bijari+ todo mundo
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13h: Leituras de cordéis vários:
“Negacionismos”, lido por sua autora Déborah Danowski
“Brasil, país do futuro do pretérito”, lido por seu autor Eduardo Viveiros de Castro
“Cuírlombismo Literário”, lido por sua autora Tatiana Nascimento
13h – 17h: Intervenção: Híbrido – um devir vegetal, de Robson Catalunha
14h – 14h50: Encruzilhada | Com: Fragmento Urbano | Dir. Douglas Iesus | Elenco: Anelise Mayumi | Douglas Iesus | Joelma Souza | Luiz Negresco | Tiago Silva
15h: Necropolítica Mix Intervenção Poética/Política | Com: Grupo Legítima Defesa (Dir. Eugênio Lima)
15h30: Lançamento livro “Preto”, de Grace Passô, Marcio Abreu e Nadja Naira, Ed. Cobogó 2019
16h – 17h: DJ Mari Boaventura
16h: Leitura de cordéis vários:
“Novos Espartaquismos” de Jonnefer Barbosa lido por ele mesmo
“Erotismo e Risco na Política” de Tatiana Roque, lido por Sonia Sobral
17h: Lançamento do livro Ensaios do Assombro, de Peter Pál Pelbart, Ed. n-1
17h30: Catiço, performance de Leonardo Nunes Colaboração: Lia Rodrigues
Um livro é como um mundo. Uma biblioteca são muitos e um livro é um, mas ambos são a mesma coisa. Infinitas palavras, leituras e interpretações. Uma cena aberta também é algo do mesmo tipo, seja um espetáculo gigante, ou performance mínima. Esta feira acontece na intersecção entre estes dois mundos. Esta feira também é uma cena aberta onde será possível encontrar textos, imagens, livros, fanzines , cordéis , pôsteres, programas, etceteras que falem em varias línguas sobre autores, leitores, diretores, atores, performers, criadores de todas partes que o mundo como cena aberta O que eles sabem ? o que eles podem? , do que eles falam? como eles fazem ? e o que silenciam? Presentes a corporeidade, e a performatividade. Foi porque nunca tivemos gramáticas, nem coleções de velhos vegetais. E nunca soubemos o que era urbano, suburbano, fronteiriço e continental. Preguiçosos no mapa-múndi do Brasil.
Uma consciência participante, uma rítmica religiosa.
Feira onde seja possível se perder e encontrar o procurado , arquitetar o desconhecido, descobrir o que não sabemos. Miríade de leitores e leituras junto a vastos saberes enredando-se. Lançamentos de textos novos, performances, oficinas, leituras, acontecem durante seus três dias.
