Encontro de Dança I

02.12

10h às 12h30

Uma  troca de experiências entre artistas, programadores internacionais e o público. Todos em movimento, ultrapassando fronteiras, traçando e imaginando  diagramas e conexões a partir dos trabalhos selecionados. Ato 2020 num outro tempo e espaço além do “real”, pensando e dançando no mundo virtual. Ágora agora!

Beatriz Sano e Eduardo Fukushima

Beatriz Sano e Eduardo Fukushima colaboram há 9 anos em trabalhos artísticos um do outro. Há 4 anos ministram e dirigem coreografias em grupo através de residências artísticas em dança em São Paulo, Chile e Paraty. Em abril de 2019 codirigiram, juntamente com Isabel R. Monteiro e Júlia Rocha, a peça IMAGINE contemplado pelo 23º Cultura Inglesa Festival. Em julho de 2019 intensificaram o processo do seu mais recente trabalho O QUE MANCHA, que é tema desta conversa, através da residência artística no Sesc Paulista, e em dezembro se apresentaram no Nowy Theatr em Varsóvia.

Beatriz Sano é coreógrafa, bailarina e professora. Formou-se em Dança pela Unicamp, faz parte da Key Zetta e Cia desde 2009, que tem como diretores Key Sawao e Ricardo Iazzeta. Desenvolve também trabalhos autorais como Solo (2014) e Estudo de Ficção (2017). Em 2016 foi ao Japão aprofundar a técnica de Seitai-ho (técnica corporal japonesa) e Teatro Noh (teatro tradicional japonês), que pratica no Brasil desde 2011 com Toshi Tanaka. Atualmente, cursa o mestrado em Artes da Cena na Unicamp com a orientação de Cassiano Quilici.

Eduardo Fukushima é coreógrafo, dançarino e professor e vem se aprofundando em técnicas corporais chinesas. Bacharel em dança pelo curso Comunicação das Artes do Corpo pela PUC- SP. Criou os solos: Entre Contenções (2008), Como superar o grande cansaço? (2010), Homem Torto (2013/2014), Oxóssi para/com Denilto Gomes (2017), Título em Suspensão (2017). Circula seus trabalhos em importantes festivais como Tanz im August em Berlin, KunstenFestivaldesArts em Bruxelas, Dance Umbrela em Londres, Dañs Fabrik em Brest, Kyoto Experiment em Quioto e Festival Panorama SESI e Panorama Rio de Dança. Foi contemplado pelo prêmio Rolex Arts Mentor & Protégé Arts Initiative 2012-2013, foi bolsista da fundação Porosus para participar do Camping 2017 em Paris.

Grupo Três em Cena

O Grupo Três em Cena surgiu em 2014 e tem como base conceitual o suporte técnico das danças urbanas e o interesse investigativo em possibilidades de criação para cena contemporânea. Ao mesmo tempo, o formato do grupo, de três pessoas, desafia a elaboração de trabalhos que lidam com o limite de pessoas em cena. Com o espetáculo tema desta conversa, Desvios tático-estratégicos para sobreviver à vida urbana, o Grupo já se apresentou em diversos festivais tais como: Visões Urbanas – 2018 São Paulo, Mercado das Coisas – 2018 Goiânia, Festival Internacional de Artes Cênicas – 2018, Circulação pelo estado de Goiás em parceria com SESC e Prefeituras de Goianésia, Jatai e Anápolis – 2018, 14° Edição do ABCDança – 2019 São Paulo.

Loretta Pelosi

Loretta Pelosi é Bacharel e Licenciada em Dança pela Universidade Federal de Viçosa, possui profundo interesse pelo ser humano e seu corpo em movimento. Estuda e possui formação em práticas corporais como o Método Pilates e a Yoga, trabalhando como instrutora enquanto segue suas pesquisas pessoais dentro da Dança. Desenvolveu suas habilidades com mestres(as) e professores(as) de balé clássico, dança contemporânea, danças urbanas, contato e improvisação, yoga, dança afrobrasileira, performance, capoeira e maculelê, entre tantas outras práticas variadas que nos permite transformar/agregar nosso modo de mover e renova visões de mundo. Como bailarina-intérprete (e algumas vezes criadora) trabalhou em companhias como: Balé Teatro Castro Alves (BA), Quasar Cia de Dança (BA), Balé Jovem do Palácio das Artes (MG), Grupo Êxtase de Dança (MG), NEPARC (Núcleo de Pesquisa UFV), Grupo Rascunho, entre outros. Como performer se apresentou com trabalhos autorais como O Dia de Ontem (2012), Mula (2013), Não há nada aqui (2015/16) e da performance coletiva organizada pelo Improlab Bimhuis – Amsterdam (2014). Como coreógrafa iniciou em 2015 experimentações para Solos como: Brisa (2015), Crua (2016) e o trabalho d o l o r e s, que é tema desta conversa e que recebeu o terceiro prêmio de melhor bailarina no 23rd International Solo-Dance-Theatre Festival Stuttgart em 2019.

Adriana Almeida Pees

Coordenadora do Departamento de Dança do Theater Freiburg - Alemanha

Formada pela Escola Municipal de Bailados de São Paulo e pela Royal Academy of Dance London como dançarina solista, psicóloga pela Faculdade Metropolitanas Unidas (FMU) de São Paulo, Doutora e Pós-doutora pela Universidade Estadual de Campinas-SP (Unicamp). É coordenadora do departamento de dança do Theater Freiburg (Alemanha) e curadora de dança, dançarina, cientista da dança, produtora cultural e curadora. Adriana é nascida em Minas Gerais, cidadã alemã e brasileira.
Na Alemanha, atuou como dançarina solo no Bremen Theatre e no Volksbühne, Berlim no conjunto de Johann Kresnik e trabalhou como atriz, coreógrafa e professora de movimento em várias produções de diretores como? Frank Castorf, Christoph Marthaler, Christoph Schlingensief, Nicolas Stemann, Stefan Otteni, Christina Paulhofer, Klaus Emmerich e Martin Wuttke, no Berliner Ensemble e no Lower Saxony State Theatre em Hannover.
Como professora do Body-Mind Centering® (BMC) e educadora do movimento de desenvolvimento infantil (IDME), Fundou e é diretora educacional do programa de treinamento credenciado oficial do BMC no Brasil desde 2009 e no Uruguai desde 2015. Ela também é Master Trainer em Gyrotonic®, Gyrokinesis®, Ladder® 1 & 2 e Jumping Slidding Board®, bem como em Anatomy Trains Corporal de Thomas Meyer e Terapeuta Craniossacral.

Assen Assenov

Diretor da One Foundation for Culture and Arts - Bulgária

Diretor da One Foundation for Culture and Arts (Bulgária) desde 2008. Produziu 12 edições do festival internacional de dança contemporânea ONE DANCE WEEK; 9 edições do festival internacional de arquitetura ONE ARCHITECTURE WEEK; 8 edições do festival internacional de design e artes visuais ONE DESIGN WEEK e SPOTLIGHT: USA – Uma plataforma de dança contemporânea americana em Plovdiv; 2 edições do festival internacional de artes contemporâneas Sofia Contemporary e 2 edições do festival internacional de música – Mellow Music Festival. Além disso, um ponto importante de sua experiência é o Dance Connected – um projeto para aumentar a capacidade criativa e a diversidade do cenário da dança contemporânea na Bulgária. A ONE Foundation implementou o projeto com o apoio financeiro da Confederação Suíça e seu “Fundo de Parceria e Especialistas” (TF PEF).
Os principais interesses de Assen estão no campo das artes cênicas contemporâneas – dança, circo, teatro, artes visuais e instalação, intervenções no ambiente urbano, colaborações multidisciplinares e novas artes midiáticas.

Juan Pablo López Otero

Diretor Artístico da Bienal Internacional de Dança de Cali - Colômbia

Comunicador Social – Jornalista com especialização em Desenvolvimento Cultural e Projetos Internacionais pela Universidade de Lyon (França), está vinculado ao setor cultural da cidade de Cali (Colômbia) como consultor da Secretaria Municipal de Cultura e foi diretor cultural da Alliance Française de Cali (2001 e 2011). Também trabalhou entre 2011 e 2018 com o Ministério da Cultura como consultor do Gabinete do Ministro, em questões de empreendedorismo, circulação internacional e artes cênicas. Foi co-diretor do MICSUR – Mercado de Indústrias Culturais do Sul – em sua edição de 2016, realizada na cidade de Bogotá, e também coordenador da Plataforma PALCO – Plataforma de Artes Cênicas da Colômbia – desde a sua criação em 2016 e desde 2012 ele é nomeado diretor artístico da Bienal Internacional de Dança de Cali, cargo que ocupa atualmente planejando o programa para a 5ª edição, que ocorrerá em novembro de 2021.

Mediação Sônia Sobral

Gestora cultural e curadora nas áreas de dança e teatro - Brasil

Sonia Sobral é gestora cultural e curadora nas áreas de dança e teatro. Foi gerente do Núcleo de Artes Cênicas do Itaú Cultural por 17 anos. A função envolveu a participação na criação e a gerência de diversos projetos nacionais, dos quais  destacam-se o Rumos Itaú Cultural Dança – mapeamento nacional e fomento `a dança contemporânea brasileira e o Rumos Itaú Cultural Teatro – promoção de encontros com artistas de teatro nas cinco regiões do país; a Enciclopédia Virtual Itaú de Teatro e de Dança. Responsável pela programação das artes cênicas na sede da Instituição. Participa, em todo Brasil, de mesas, debates, comissões de seleção e curadoria. Em 2016, cria a performance Involuntários da Pátria (texto de Eduardo Viveiros de Castro) para a atriz piauiense Fernanda Silva. Participa do grupo de pesquisa e criação de Margens – sobre rios, crocodilos e vaga-lumes, projeto teatral a partir do testemunho do rio Xingu de Gabriela Carneiro da Cunha. Estuda filosofia e arte.

Atividades somente para inscritos na Área Profissional
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Adriana Almeida Pees

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